Na clínica diária estamos sujeitos a situações que podem colocar em dúvida a conduta mais acertada, por conta de dificuldades criadas por tratamentos anteriores. Situações como fratura de instrumentos calibrosos, perfurações, dentes apoios de ponte fixa extensa, com pinos, canais parcialmente obturados e portadores de lesões apicais, exigem um plano de tratamento mjuito específico. Existem situações em que a opção é o tratamento clínico ou o cirúrgico… às vezes ambos.
Entretanto, com a disposição de recursos auxiliares como equipamentos, materiais e técnicas, tecnologia avançada, etc… podemos resolver uma grande parcela dos tratamentos com abordagens clínicas, mais conservadoras e menos onerosas para os pacientes.
O mais importante é ter a consciência profissional de estabelecer um plano de tratamento que satisfaça o nosso paciente. Isto é, fazer o que for melhor para o paciente. Para isso, devemos nos colocar na situação inversa, e fazer a pergunta: se fosse em mim, o que gostaria que o profissional fizesse? Este é o primeiro passo para o estabelecimento de um plano de tratamento ideal para o paciente.